MachinaMonstroNó na garganta442 plays
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Nó na garganta

Alexandre Freitas

Esse é o fim eu sei
Por mais que eu insista
Tentar tudo outra vez
Tentar tudo em vão
Em vão, sem lógica ou razão

Em vão eu tentaria
Sem lógica ou razão

Quais são os fantasmas que te afligem?
Quem são os vampiros que amanhecem em pó?
Quais são os fantasmas que te afligem?
Quem são os vampiros que amanhecem em pó?

Esse vazio no olhar
Esse nó na garganta
Um sentimento que vai
Magia que desencanta

Esse vazio no olhar
Esse nó na garganta
Um sentimento que vai
Vai, vai, vai...

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Release

Em meados de 2005, Alê Freitas (guitarra e voz) e Sandro Dias (bateria) se juntaram para tocar no que seria o retorno do Zero Vision, importante banda do metal underground paulistano dos anos 90. Os ensaios foram produtivos, no entanto, as novas composições em português passavam longe do metal (na época) inclassificável que o Zero Vision fazia, Alê e Sandro resolveram formar uma nova banda. Nascia o Machina Monstro.

“Rifferama”, primeiro CD do Machina Monstro, foi todo gravado na casa de Alê (que gravou as guitarras, baixo e voz) e Sandro na bateria, no esquema “do it yourself”, que surpreende pela qualidade e tem como influência principal o metal setentista mais sombrio (leia-se BLACK SABBATH) junto a uma sonoridade stoner rock dos início dos anos 90 célebre pelo Kyuss, sem ...

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