Espumas ao Vento

Flavio José

Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim
Um grande amor não se acaba assim
Feito espumas ao vento

Não é coisa de momento
Raiva passageira
Mania que dá e passa feito brincadeira
O amor deixa marcas que não dá pra apagar

Sei que errei e tô aqui pra te pedir perdão
Cabeça doida, coração na mão
Desejo pegando fogo
Sem saber direito aonde ir e o que fazer
Eu não encontro uma palavra só pra te dizer
Mas se eu fosse você, amor, eu voltava pra mim de novo

E de uma coisa fique certa, amor
A porta vai tá sempre aberta, amor
O meu olhar vai dá uma festa, amor
Na hora que você chegar

Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim
Um grande amor não se acaba assim
Feito espumas ao vento

Não é coisa de momento
Raiva passageira
Mania que dá e passa feito brincadeira
O amor deixa marcas que não dá pra apagar

Sei que errei e tô aqui pra te pedir perdão
Cabeça doida, coração na mão
Desejo pegando fogo
Sem saber direito aonde ir e o que fazer
Eu não encontro uma palavra só pra te dizer
Mas se eu fosse você, amor, eu voltava pra mim de novo

E de uma coisa fique certa, amor
A porta vai tá sempre aberta, amor
O meu olhar vai dá uma festa, amor
Na hora que você chegar

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Matéria-prima da melhor tradição musical nordestina. Mais de 30 anos desafiando o princípio ativo da modernidade globalizada: a contradição cultural.

Forrozeiro, que com seu estilo ?vintage? de cantar, interpretar e tocar acordeon, consegue se manter autêntico, atemporal e original, fazendo um ?FORRÓ PREMIUM?, ao mesmo tempo chique e popular. Naturalmente óbvio e simples, o que não quer dizer fácil…

É um verdadeiro artesão do forró, sucesso tanto junto à elite estética minimalista quanto nas camadas populares. Um artista com raiz, que se reconhece pela seiva, pelos frutos do seu trabalho e pela semente que propaga. Alquimista cultural, musicalmente regional, sem ser sonoramente folclórico. site do cantor.