O Mundo Que Eu Imaginava

Eduardo Cantos Davö

Eram meus olhos de criança
Fitando o infinito,
Buscando esperança
Entre os gritos aflitos.
Era um mundo que guardava
Um pouco de ilusão,
Em cada canto e em cada casa,
Cada qual com o seu pão,
(E só seu pão!).
E cada qual com o que é seu,
De um seu que se dividia
E se plantava, colhia.
Já não havia agonia!
Plena liberdade,
Pássaros voando,
Criança, corria.
Música, cantava.
Fogueira, ardia...
(E ninguém mandava!)

Era um sonho camarada,
Era um caminho, era uma estrada,
O mundo que eu imagina.

Era uma estrela que brilhava,
Era verdade o que geava
No mundo que eu imaginava.

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Eduardo Cantos Davö (Junior Cantos), nasceu em São João da Boa Vista, em 17 de junho de 1989, filho da escritora Solyen Davö e do músico Eduardo Francisco de Oliveira.
Muda-se com a família para o litoral sul de São Paulo em 1990. Desde pequeno sempre demonstrou interesse pela música, cantando clássicos da música brasileira.
Aos 12 anos se desenvolveu no teclado, abrindo com isso um leque de possibilidades.
Em 2003 escreve seu primeiro livro "Te Espero Na Primavera", um romance épico, para tanto dedica-se em intensa pesquisa sobre o século XIX.
Aos 14 Anos compõe sua primeira música "Para Orfeu", dedicada ao seu gato de estimação recém falecido.
Em 2005, as crises no cenário político nacional, compõe intensivamente, nesse ano produz mais de 20 músicas, entre elas "Um Olhar ...

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