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SOM DO CERRADO (PREVIA 2011)

FLAVIO MESQUITA / DALMY SOLO

Quêp, quêp, quêp down, quêp, quêp, quêp tchu,
Tchururu tchu tchuru, tchuru diuru tchu (2x)

Hoje eu vou sair,
Em busca de um agito qualquer,
Não tenho pra onde ir,
Ficar em casa não vai dar pé,
Pego logo o meu violão,
Minha gaita já está na mão,
Então chamo os caras do soul do cerrado
Pra fazer um som,

Tanta gente com o mesmo motivo,
Uma roda só de amigos,
A rapaziada que estava por perto
Resolveu entrar no som,
Pra sentir o que rolava,
Soul do cerrado, o som da área,
A música por aqui não para,
Tá na mente, na voz e todos vão dizer,

Que o som é daqui do cerrado,
Do coração do brasil,
O som é daqui do cerrado,
Do coração do brasil.

(repete tudo)

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Dalmy Solo, cantor, tecladista e compositor brasiliense, herdou de seu pai (in memoriam) cantor gospel bahiano, um sangue black, com pitadas de ritmos que variam do velho e desbotado rock'n roll ao hilariante soulfunk americano, passando pela saborosa e miscigenada salada de ritmos afro-brasileiro, que ouvira, compora e tocara desde a infância no Cerrado Brasiliense, e aliás diga-se de passagem palco de grandes revelações no cenário músico-cultural do Brasil, que não cansamos de citar, algumas delas como Legião Urbana, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Plebe Rude, Finnis Africae, Raimundos, Cássia Eller, Natiroots etc, afinal quem não se lembra do Teatro Rola Pedra em Taguatinga, da Dani no Gama, Paredão na QNL, Quarentão na Ceilândia (oops up side your head-Gap Band) FICO o grande e revelador festival do Objetivo assim como ...

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