Contrate

WALTER LAJES

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HOMENAGEM AO MENTIROSO

WALTER LAJES

Vou ver agora quem cá quer comer cocada
Cocada é feita de côco, côco é feito na embolada! (refrão)

Um amigo meu se chamava segismundo
Mentia pra todo mundo e, além disso, era gabola
Tinha uma viola tão mal feita, muito feia
Dizia que em lua cheia ela sozinha tocava
E que solava um bocado de sinfonia
Mas só ele que ouvia o que beethoven ponteava
Ou o que mozart ponteava e o que beethoven ponteava! (refrão)

Ele contou que um dia lampião
Foi pra lhe pedir perdão implorando ajoelhado
Por ter roubado uma galinha de sua tia
Roubou por que não sabia que era de parente seu
Disse que deu tanto chute no espinhaço
Do ?táli? rei do cangaço que até o chão tremeu!
Pois até o chão, ?apois? até o chão tremeu! (refrão)

Esse sujeito falou que esteve na china
Conheceu uma menina que tinha os peitos pra trás
E além do mais de tudo ela dançava
Mas do que ela mais gostava era de um arrasta-pé
Essa ?mulé? que por ele ?paxonô?
Era filha do imperador que tinha o nome de zé!
Que tinha o nome de zé, zé da china, zé aqui é zé da china em pé! (refrão)

Esse negócio de mentir não é comigo
Ficou ?pr?esse? meu amigo que nunca falou a verdade
Em minha cidade o povo tá duvidoso
Se o ?táli? mentiroso morreu mesmo ou se mentiu
Sei que sumiu ele com sua pabulagem
Mas fica em sua homenagem o primeiro de abril!
É o primeiro de abril, é o primeiro de abril!
É o primeiro de abril, é o primeiro de abril! (refrão)


Walter lajes: voz e viola caipira
Kell lira: vocais;
Rennan mendes: sanfona (estúdio cá de veím)
Rony barbosa: zabumba e triângulo.
Bazé: pandeiro

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Walter Lajes, desde menino sempre esteve muito próximo dos festejos e dos artistas juninos. Antes mesmo de ser cantador, cantou com um grupo de pé-de-serra em Ribeira do Pombal e região. Há três anos retomou timidamente seu sonho antigo de compor e cantar forró. Tentou até aprender tocar sanfona no Conservatório Municipal, por conta da dificuldade de se conseguir um bom sanfoneiro (peça fundamental do S. João) mas por problemas na coluna (sanfona peeeesa!) e do preço do instrumento (é caaaro!) desistiu dessa empreitada! Só nunca desistiu do forró (o gonzagueiro), que está arraigado em seu ser e incrustado em sua voz de nordestino ?cabra da peste?!
Agora resolveu que será pra valer sua chegada ao mundo forrozeiro inserindo um instrumento pouco visto e ouvido neste estilo: A VIOLA CAIPIRA ...

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