Sarah

Tom Drummond

Sarah nesse mundo nada sara
Tudo morre tudo pára
Nessa vida que não lhe cai bem
Tudo conspira, tudo vive de mentira
Tudo que se tem se tira
Se baseia sempre num porém
Implora que o eterno seja agora
Que o instante não demora
Mas não chore, não se faz desdém

Sare esse mundo que não sara
Com o choro de ninguém
Sarah, ilusão sai muito cara
Teu sorriso te declara
Teu segredo só te faz refém
Um detalhe que se grite ou que se cale
Não importa já não vale
O sofrimento pra se ter alguém
Mas nota que a vida é meio torta
Toda cor ela desbota
Todo vício nunca vem pro bem
Oh sare esse mundo que não sara
Com o choro de ninguém

Não me serve de alento o sofrimento
Que se tem por morrer ou por matar
E todos são reféns dos mesmos erros
Que não vão querer mudar
Eu só sigo a minha sina de humano
Que é demasiado humano
Só não saber se entender
Vou fazendo e desfazendo tantos planos
Que me levam a enganos
Ou me levam a você
Mas Sarah nesse mundo nada sara
Tudo morre tudo pára
Nessa vida que não lhe cai bem
Tudo conspira, tudo vive de mentira
Tudo que se tem se tira
Se baseia sempre num porém
Implora que o eterno seja agora
Que um instante não demora
Mas não chore não se faz desdém
Oh sare esse mundo que não sara
Com o choro de ninguém

Não me serve de alento sofrimento
Que se tem por morrer ou por matar
E todos são reféns dos mesmos erros
Que não vão querer mudar
Eu só sigo a minha sina de humano
Que é demasiado humano
Só não sabe se entender
Vou fazendo e desfazendo tantos planos
Que me levam a enganos
Ou me levam a você
Oh Sarah, nesse mundo nada sara
Tudo morre tudo pára
Nessa vida que não lhe cai bem
Tudo conspira, tudo vive de mentira
Tudo o que se tem se tira
Se baseia sempre num porém
Implora que o eterno seja agora
Que um instante não demora
Mas não chore, não se faz desdém
Sare esse mundo que não sara
Com o choro de ninguém
Sarah, ilusão sai muito cara
Teu sorriso te declara
Teu segredo só te faz refém
Um detalhe que se grite ou que se cale
Não importa já não vale
O sofrimento pra se ter alguém
Mas nota que a vida é meio torta
Toda cor ela desbota
Todo vício nunca vem pro bem
Oh sare esse mundo que não sara
Com o choro de ninguém

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Iniciei meus estudos no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, em 1993 (aos seis anos de idade), com a educadora musical Elvira Drummond ? período em que participou de inúmeros festivais e recitais, como aluno da classe de piano.

Importante ressaltar que, após esse período, teve contato com outros instrumentos como a flauta e o violão. No ano de 2001, iniciou seus estudos de violoncelo com o professor brasileiro, residente na França, Fernando Lage. Teve aulas com Jorge Lima, componente da orquestra Eleazar de Carvalho; Walter-Michael Volhardt, violoncelista da filarmônica de Friburgo (Alemanha); e recebe, desde 2006, a orientação do professor Dr. Felipe Aquino, da universidade Federal da Paraíba.

Participou dos Festivais de Músicas de Londrina nos anos de 2005 e 2006, integrando a grande orquestra por ocasião do recital de encerramento ...

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