Ana

Tom Drummond

Ana fica se olhando no espelho
Abusa do batom vermelho
Não pensa em economizar
Óbvio as unhas não são empecilho
Com muito glitter muito brilho
Insiste em se iluminar
Por certo
A maquiagem é por conta dela
Quanto mais cor mais fica bela
Uma aquarela a se pintar
Mal sabe que por si só é colorida
E é colorindo a minha vida
Que continua a se arrumar

Ana que nunca erra no vestido
Escolhe um azul bem vivo
Que a mãe acaba de ganhar
Segue meticulosa no espelho
Se a barra vinha até o joelho
O chão acaba de encontrar
Eis que o mais temível acidente
Perspicaz pasta de dente
Foi em tanto azul se aventurar
Mas calma que ela sabe de improviso
Põe do avesso o vestido
Que ninguém mais vai reparar

Ana num gesto feminino nato
Vê em tanta bolsa e sapato
Um mundo pra se combinar
Claro, com esse detalhe eu não falto
Escolhe um belo salto alto
Que é pra crescer sem esperar
Eis que a mãe que antes estava ausente
Agora estava tão presente
Com uma pendência a castigar
Mas Ana com toda a sua experiência
Faz um pedido de clemência
Que não se pode recusar

Ana, Ana ... Ana, Ana

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Release

Iniciei meus estudos no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, em 1993 (aos seis anos de idade), com a educadora musical Elvira Drummond ? período em que participou de inúmeros festivais e recitais, como aluno da classe de piano.

Importante ressaltar que, após esse período, teve contato com outros instrumentos como a flauta e o violão. No ano de 2001, iniciou seus estudos de violoncelo com o professor brasileiro, residente na França, Fernando Lage. Teve aulas com Jorge Lima, componente da orquestra Eleazar de Carvalho; Walter-Michael Volhardt, violoncelista da filarmônica de Friburgo (Alemanha); e recebe, desde 2006, a orientação do professor Dr. Felipe Aquino, da universidade Federal da Paraíba.

Participou dos Festivais de Músicas de Londrina nos anos de 2005 e 2006, integrando a grande orquestra por ocasião do recital de encerramento ...

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