Tato DiasTransilvânia1.806 plays
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    Transilvânia

    Tato Dias

    Há muito tempo que eu venho pensando
    O que fazer quando anoitecer
    Velhas histórias que ficam me dizendo
    São velhas lendas sobre esse lugar

    E a noite chega, e todas as portas se fecham
    E a noite é escura, penduricalhos de alho

    A luz, bala de prata e água benta
    O sol, a estaca e a lua cheia
    A cruz, o alho e a bíblia
    A fé e tudo mais aquilo que você quiser

    E a noite chega, e junto com ela os mitos
    E a noite é escura, e junto com ela os monstros

    Transilvânia, é bem longe daqui
    Transilvânia, não fica por aqui não

    [solo]

    Há muito tempo que eu venho pensando
    O que fazer quando anoitecer
    Lendas negras, ou negros pensamentos
    Será que nessa noite ou vou sobreviver

    E a noite chega, e junto com ela os mitos
    E a noite é escura, e junto com ela os monstros

    Transilvânia, é bem longe daqui
    Transilvânia, não fica por aqui não

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    Venho de uma familia de músicos. Meu avô, o maestro Luiz Bonan, foi regente da orquestra da Rádio Nacional em São Paulo nas décadas de 50 e 60 e foi compositor da música sertaneja "Poeira", gravada, entre outros, pelo Duo Glacial, Sérgio Reis, e foi ouvida inclusive no filme "Dois filhos de Francisco". Minha tia, a maestrina Renata Sbrighi, é regente da Orquestra Sanfônica de São Paulo. Todos a conhecem pelo acordeon cor-de-rosa. Mas eu sou de uma outra geração. Comecei em 1984, tocando trompete na Banda do Colégio Cenecista Capitão Lemos Cunha, no Rio de Janeiro, onde mais tarde cheguei a ser 1º Trombonista e contramestre da banda.
    Cresci ouvindo Led Zeppelin, AC-DC, Legião Urbana, Kiss, Lulu Santos, e apesar de gostar muito de som pesado, sempre me identifiquei ...

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