Xifópagos BrothersMario1.894 plays
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Contrate

(71) 359-8916

Integrantes

  • Ego Baixo
  • Ide Xilofone
  • Prosperidade Guitarra
  • Super Ego Acordeão

Release

ANTES DE TUDO, procure tb pelas bandas:

SISTEMA FEUDAL: www.soaspiores.palcomp3.com.br
KIKO LOROTA: www.soaspiores2.palcomp3.com.br
SANGRA: www.soaspiores3.palcomp3.com.br
MESTRE DOS MAGOS: www.soaspiores4.palcomp3.com.br
DIMINTIRA: www.soaspiores6.palcomp3.com.br


Pois bem, sou um cara egocêntrico, humilde. Gosto de trepar arvores. Tenho como principal caracteristica propria e inerente a mim próprio a afabilidade. NIS! Não desejo a morte a ninguém, ela que por si só, simboliza o ato de morrer. Nunca vivi para agradar aos poderosos. Nunca me curvei à tirania daqueles que destroem qualquer sentimento de nível superior ao que outrora se vê pelas regiões caducífolas, higrófilas, latifoliadas, onde é comum o surgimento de liquens e musgos. Pronto. Se vc chegou até aqui. Parabens! Agora você é uma pessoa melhor.

Resenha sucinta das músicas:

1 - ALMA SEM PORQUÊ:

Talvez o maior clássico do Rock Progressivo brasileiro. Não pelo clima floydiano. Isso qualquer um faz. Até o Pink Floyd. Falo pela melodia esplêndida, pelo som livre, pela sequência harmônica, feeling, groove, subidas melódicas rápidas, hammer-ons, Pull-offs, "pegada", show de Two Hands e ousadia na construção da base. Enfim, um minuto e meio em contato com o que há de mais sagrado no mundo da criatividade.

2 - ERA UM MALUCO BLUSEIRO QUE SABIA:

Uma roupagem bluseira a esse clássico do reggae baiano. Mistura nota dez. Timbre de bom gosto, bateria empolgante e wah wah na medida certa. Destaque maior para o solo de pegada regueira mais bonito desde que o reggae existe. Um solo sapeca que traduz todo o espírito do reggae como nnguém fez ou há de fazer. Destaque também para o show do backing vocal ao final da música.

3 - ABEL HARP'S THEME:

Já fiz essa resenha em: http://soaspiores2.palcomp3.cifraclub.terra.com.br/release.php
é a música número 4 de lá. Pode clicar

4 - MARIO:

Não foi fácil regravar esse clássico da literatura infantil. Tive de fazer toda uma base eletrônica de baixo e bateria. A partir daí foi só feeling e diversão. A versão surgiu naturalmente e se destaca pela fidelidade criativa à melodia. Não sendo um trabalho meramente mecânico, mas artístico. Quase ao final surge até um improviso que caiu perfeitamente. Destaque também para as moedinhas e sons de Mário quando come o cogumelo feitos na guitarra durante a parte da fase da caverna.

5 - MISTURA CHORISTA:

Bach agradece. O velho Pixinga agradece. Enfim, todo mundo agradece a essa mistura tão bonita de se ouvir. A interpretação é ousada e ao mesmo tempo mantém a genialidade preservada, ou melhor, melhorada. Na parte de Apanhei-te dá pra notar até uma coisa mais suingada e de groove. Ousando atrasos recuperáveis o que dá todo um ar diferente a música. Se acostumem, pois é genial. O fim é cromático. Lampejos como fogos de artifícios, sobra até um restígio de Waldir de Azevedo. Bem interessante.

6 - PÉ DE AGULHA:

Punk Rock? Eletronic Rock? Vai saber… Se sabe é que a base é de uma energia só vista nos que tem amor pela música, a bateria tem a precisão e velocidade de uma águia neolítica. Se vê um trabalho fantástico do DJ Eu. E as frases de guitarra? São praticamente a personificação da alegria e do suingue. No meio da música a guitarra chega a conversar com o ouvinte com acordes agressivos. Entra um solo que é a própria liberdade em forma de som rasgando graciosamente o tema melódico da música. Termina tudo com uma explosão sonora descontrolada. Música é liberdade.

7 - RIACHÃO DO FORROCK:

Sabe aquele forró gostoso? Sabe aquele rock porrada? Pois é. Junte triângulo artesanal alternativo e zabumba de material razoavelmente diferente, ou melhor, revolucionário. Crie uma jogada de guitarra caipira. Combine tudo com muita técnica, feeling, groove e ousadia. Cite Asa Branca de Luiz Gonzaga. Acelere, crie riffs. Misture tudo mais ainda. Coloque peso na guitarra e uma pegada matadora. Não precisa ser rápido. Vá no ritmo envolvente do forró, arrisque sequencia de acordes polirritmicas. Suingue tudo, acompanhe bem na percussa dê uns últimos e variados e agressivos acordes. Pronto. Você criou um ode à guitarra caipira rockeira!

Obrigado e volte sempre.

Bem, em Xifópagos é isso. Nas outras bandas tem mais. Obrigado e volte sempre.

Influências

Zé do Mal, Sebastião Butrovisk, Jalupierd Depard, Sistema Feudal, Doobie Brothers, John Mc Laughlin, John Williams, John Paul Jones, John Petrucci, John Malkovich, John Carrilho e Zezinho da boca mole.