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O Cancioneiro

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Jucelino Vieira da Conceição (O Cancioneiro), nasceu em 19 de Setembro de 1955, no interior do município de Giruá na Região Missioneira no Rio Grande do Sul, local este chamado de linha Giruazinho. Sendo Filho de Crecêncio Vieira da Conceição e de Dora Maria Vieira da Conceição. O nome de Jucelino foi uma homenagem de seu pai, pela imensa simpatia, admiração e confiança que nutria pelo até então, candidato à presidência da república Juscelino Kubitschek de Oliveira. Foi o sétimo filho entre onze irmãos.
……….Quando Jucelino tinha três anos de idade, seu pai mudou-se para o rincão Melgarejo, a 5 Km do local em que vivera até ali. Com sete anos iniciou os estudos no colégio Cristovão Colombo, situado neste mesmo rincão. Um trajeto de seis quilômetros, percorrido a pé, por estrada de chão, juntamente com seus irmãos.
……….Certo dia já em outro colégio, na Escola Giruazinho no rincão dos Martineli, com apenas onze anos de idade, aconteceu em plena sala de aula algo que lhe marcaria para sempre, foi quando o seu professor “Rubelin Mative” ao falar em música, pronunciou a seguinte frase; “Como é maravilhoso despertar na capital gaúcha ouvindo Gildo de Freitas cantar!”. Aquele momento ficaria gravado para sempre em sua memória. O quê justificaria mais tarde a sua extrema identificação com o seu ídolo, ao interpretar “Gildo de Freitas” com tamanha naturalidade.
……….Passou-se o tempo, e com quinze anos ele adquiriu o seu primeiro violão. Começou então a estudar música, aprendendo o básico e a cantar alguns temas da literatura regional, e desde o momento que compôs os seus primeiros versos, já era possível perceber o seu talento e toda a sua inspiração, assim como a sua imensa facilidade ao interpretar as músicas de seu ídolo, demonstrando um sentimento sincero de puro prazer ao cantar músicas de “ Gildo de Freitas ”, nascia ali “O Cancioneiro”, embora naquele tempo não tivesse ainda este nome artístico. Era o Jucelino Vieira da Conceição dando os seus primeiros passos em sua carreira artística. Com dezoito anos ele deixou o interior de seu município onde trabalhava na lavoura e foi para a cidade em busca de algo que ele acreditava e sonhava . Aos poucos foi se envolvendo no meio musical, se apresentando em programas de rádio. O seu primeiro emprego na cidade foi o de servente de pedreiro, o segundo foi o de frentista de posto de gasolina da Petrobrás, o terceiro como soldador de uma metalúrgica e o quarto o de servidor público da Corsan. Porém sempre com os olhos e o coração voltados para arte musical, seu grande ideal. Em 1979 iniciou um programa na rádio Giruá,com o título de “Roda de Chimarrão”, o que acabou permanecendo por dez anos. Em 1982, foi eleito vereador sendo um dos mais votados no município de Giruá. No mesmo ano também gravou o seu primeiro disco, intitulado “Herói da Terra”, com todas as músicas de sua autoria, gravado no stúdio da izaek em oito canais, foi nesta ocasião que o Jucelino conheceu Porto Alegre. Após o lançamento do disco começou a cantar com o grupo “Os Tiarajús” de Santa Rosa por um período de dois anos. Se apresentou por diversas vezes num programa da RBS TV de Cruz Alta-RS, chamado de “Gaúcho Grande do Sul” (Sendo este o registro de sua primeira aparição na Tv). Ainda na década de 80, teve outros programas de rádio, dentre os quais um na rádio Noroeste de Santa Rosa e outro na rádio Navegantes de Porto Lucena. Em 1990, já com o seu segundo disco gravado (O qual trazia ainda o nome artístico de “Juscelino”e o subtítulo; O Cancioneiro das missões), tomou uma decisão difícil, junto com a sua esposa e os seus quatro filhos, e foi com o coração partido que deixou a sua terra natal, e foi com muita convicção que rumou para a capital, em busca daquilo que sempre sonhou.
……….Dentre as pessoas do meio artístico que conheceu por lá e que muito o ajudaram no início de sua carreira, um deles foi o Gugu Streit da Rádio Farroupilha de Porto Alegre-RS. O qual lhe apresentava em inaugurações de Empresas, promoções de lojas, bailões e circos, o que na maioria das vezes, não lhe rendia cachê algum , ele ia apenas pela divulgação. E foi justamente através de Gugu Streit, que o Jucelino conheceu a Dona Carminha de Freitas, pois o mesmo o levou até a casa dela, para que Jucelino podesse finalmente conhecer a família do seu ídolo e também verificar a possibilidade de gravar uma música de Gildo. Chegando lá, para a sua surpresa o encontro foi emocionante, a Dona Carminha pediu para o Jucelino cantar uma música do Gildo e lhe alcançou o violão que pertenceu a Gildo. Foi um momento ímpar e inesquecível, pois durante a interpretação da música as lágrimas corriam dos olhos de dona Carminha, que ficara completamente comovida ao ouvir aquela voz, com tamanha semelhança à de Gildo de Freitas. A partir de então, o Jucelino recebeu o apoio incondicional de dona Carminha de Freitas, assim como também o de toda a sua família, para gravar as músicas de seu mestre. E foi então que Jucelino obteve, pela primeira vez, liberação para gravar duas músicas de Gildo de Freitas, sendo “História dos Passarinhos” e “Homem Feio Sem Coragem Não Possui Mulher Bonita”, músicas estas que completariam o seu terceiro disco com chave de ouro. Foi então neste momento que por sugestão da gravadora, que o seu nome artístico passaria a ser denominado “O Cancioneiro”, nome este que foi retirado de um subtítulo dos seus 1° e 2° discos. Criação de José Armênio Pimentel, produtor do seu primeiro disco da carreira “Herói da Terra”. A Partir daí, com uma releitura da obra de Gildo de Freitas, “O Cancioneiro” passou a chamar a atenção da crítica que lhe concedeu o título de Embaixador e Herdeiro Musical da obra de Gildo de Freitas. Recebendo muitas homenagens, troféus e prêmios, dentre os quais destaca-se o prêmio Gildo de Freitas, (Sendo o primeiro artista a receber este prêmio, por destacar-se na difusão e divulgação da cultura gaúcha) recebido junto à câmara de vereadores de Porto Alegre. Além de ter sido pré selecionado ao prêmio Tim de música, quando havia recém lançado o seu nôno Cd de sua carreira.

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