Ditaduras

Manuelyto Caribé

Dizem que fazem as guerras
Pra manter a paz
Trocam a fome dos povos
Por armas letais
São os senhores da terra
Dos ares, dos mares,
E tem mais:
Querem no espaço celeste
A semente do mal!

Fazem questão de manter
A velha guerra fria
Mentes confusas
Ilustres cabeças vazias
Juram olhar pro futuro
Com os olhos da vida
Animais
Transformam sonhos tão lindos
Em lutas brutais...

Estudantes mortos em Pequim
Praça da paz celestial
Absurdos contidos no texto
São as leis
Que segregam e massacram o povo
Derrubaram o muro de Berlim
Tanta gente sonhando de novo
Ditaduras não fazem sentidos,
Afinal,
Liberdade é o sorriso do povo...
Ditaduras não fazem sentidos,
Afinal,
Liberdade é o ópio do povo

Poderosos querem repetir
Tantos erros, massacres, martírios,
Guerras quentes, não fazem sentido!

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Manuelyto Caribé é um artista nato que nasceu para a música e para a poesia. Formado em Agronomia pela Universidade Federal do Maranhão, sempre encontrou tempo para conciliar a profissão de agrônomo com a de músico. Falar de Manuelyto Caribé é falar de um artista em eterna efervescência literária, pois as letras de suas músicas são verdadeiros poemas. Iniciou sua carreira como compositor aos 13 anos de idade, quando também iniciava o seu aprendizado de violão. Desde estão, não parou mais de compor e foi, ao longo da carreira, aprendendo novos instrumentos. Suas canções são dos mais variados estilos: frevinhos, forrós, músicas românticas, músicas de protesto, enfim, canções que falam de amor, de paz, que trazem uma mensagem instigante, levando as pessoas a refletirem sobre os temas que mais afligem ...

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