Casa Amarela

Maciel Salú

Casa Amarela eu ainda moro nela
Casa Amarela eu ainda moro nela

Surgiu no fim da linha onde o bonde passava
Sítio que o português morava pintou a casa de ocre
Se alguém perguntasse era ponto de referência
Por causa de sua doença e se foi promessa paga
Reformou deu uma arrumada, ficou a casa mais bela
Foi ela que deu nome do bairro Casa Amarela

O bairro mais populoso que o Grande Recife tinha
Os holandeses queriam dominar toda nação
Formou-se um batalhão de umas mulheres guerreiras
Para defender a bandeira e toda população
O Morro da Conceição do coquista Zé Neguinho
O Alto José do Pinho, avenida Macaxeira
Antiga Tamarineira e o Poço da Panela
Casa Amarela

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Pernambucano, nascido em Olinda, é cantor, compositor, rabequeiro, mestre e brincante de diversos folguedos populares. Herdeiro da umas das famílias mais expressivas na cultura popular, convive desde a infância em meio a maracatus, cavalos-marinho, cocos e cirandas. Jovem curioso, aprendeu a tocar rabeca depois que, por descuido, foi flagrado mexendo na rabeca do avô, João Salú. O flagra acabou se transformando numa verdadeira aula, talvez a mais importante da vida de Maciel Salú, quando foi desafiado a não só tocar, mas principalmente afinar aquele instrumento tão curioso.

O desafio lançado pelo avô revelou a grande habilidade de Maciel – a de ser rabequeiro. E foi graças a desenvoltura com a rabeca que na década de 90, no auge do manguebeat, Maciel Salú foi convidado a integrar a banda Chão e Chinelo ...

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