Gravata de VidroEscuridão Dispersa85 plays
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    Contrate

    Ariel Ayres

    (71) 99938-0406 | (71) 3285-1199

    Escuridão Dispersa

    Ariel Ayres

    Sinto que saio
    O tempo que falho
    O espaço que cobro
    Um dia que dobro
    Eu não
    Vou em teus passos
    O medo que rasgo
    Arranco de ti

    Uma promessa que quis te
    Fazer por acaso
    Num espaço tão vago
    Uma hora denota
    Meu dia se queixa
    Que um dia não foi
    Um dia inteiro
    A portas travadas
    Promessas de tempo
    De quem não soube dormir

    Um arrepio que eu tento
    Em certo momento
    Me trazer pra dentro
    De tantos dizeres
    Que florescem a tempo
    De ter todo o tempo
    Que o tempo em si
    A tempos esconde de mim

    Esse quadro, todo o retalho
    Que sobressai
    Certo entalho
    Pintados em caras
    Que presas em bocas
    Loucos em toucas
    Que cantam um hino de paz

    Todo o medo que levo bem dentro de mim
    Nesse tempo em que todo o passado é o que vi
    Que digo ali, que sinto que sim
    Que escolhem a mim e deitam em ti
    Um destino que fica, que luta, que explica
    Uma casa vazia, um silêncio que evita
    Um povo que reza, prega uma peça
    Monta na fé e sabe voar

    Te sobressaio se sei me dizer o quanto eu quis fazer
    Por saber e saber o quanto me custou
    O medo de ver
    O ponto final nem deu sinal, te cortou
    Atenciosamente de mim para mim
    Inconsequentemente nem vi, pois eu
    Si maior, maior eu serei
    Lá de onde vim
    O sol que me deixa feliz

    Te trago um recado de minha coragem
    Que jogo no lixo quando eu me demito
    Ao ser inteligente no meio da gente
    Que a gente enfim soube domar
    Pois esse calor que sinto no trono acima de vós
    Os impedirá
    De subir, decidir
    De vir e cair
    E cair

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    Release

    O Gravata de Vidro é uma banda de rock autoral alternativo, focada não só nos aspectos musicais de seu próprio trabalho, mas na mensagem que, como um todo, sua arte deseja passar. O princípio disso tudo é o nome; “Gravata de Vidro” é uma metáfora que junta duas ideias complementares: em “gravata” se destaca o status social e como ele se torna, não só importante, mas imperativo para algumas pessoas; já em “de vidro”, se caracteriza a fragilidade e o perigo dessa ideia, pois, assim como o vidro, quando se torna claro que o status social não significa nada, não só a própria pessoa se fere, como todas ao seu redor.

    Em sua proposta, a banda discute o ser humano, as dinâmicas sociais e, acima de tudo, as relações retroalimentadoras ...

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