Terra Molhada

Gilson Carmona

Eu tenho saudade de roça e sertão também da viola
Saudade de escola, da terra querida no interior
Eu tenho memória guardada daquela modinha, da prosa lá em casa
Saudade daquela varanda onde a gente se encontrava

A terra molhada. O cheiro do mato,
Um carro de boi e o som na estrada do berrante

Eu tenho saudade de roça e sertão também da viola
Saudade de escola, da terra querida no interior
Eu tenho memória guardada daquela modinha, da prosa lá em casa
Saudade daquela varanda onde a gente se encontrava

A beira da estrada, o mato na boca
O fumo de rolo, na sombra de uma goiabeira

Eu tenho saudade de roça e sertão também da viola
Saudade de escola, da terra querida no interior
Eu tenho memória guardada daquela modinha, da prosa lá em casa
Saudade daquela varanda onde a gente se encontrava

A terra molhada, o cheiro do mato, um carro de boi
Pertencem agora a cidade grande
Só resta a capela jogada num bairro distante
E o meu berrante, o meu berrante
Nem se ouve mais.

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Desde a infância em Itapetininga, Nicinha Alves se vê cercada pela música, a influência de uma família musical, despertou a paixão pelo cantar e pela arte de interpretar. Ainda criança cantava no coral da igreja fazendo solos, declamando poemas e em peças de teatro.
Sua trajetória profissional começa nos anos 80, quando participa, como intérprete, das canções da peça teatral “Francisco o Ato Eterno”, no Teatro Municipal de Sorocaba. Nessa fase participa também de vários festivais de música, em toda a região, quando em 1986 ganha o prêmio de melhor intérprete feminino e o primeiro lugar com a música “Canto de Sereia”, composição de Ivan Robson e Mauricio Serra, no Festival Nossa Música promovido pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Ao longo dos anos participa de bandas ...

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