Festim CircensePicadeiro do Circo sem Mar1.820 plays
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    Picadeiro do Circo sem Mar

    Arnaldo Russo e Fernando Morete Gonçalves

    Quando eu crescer quero ser pescador,
    Pra ser palhaço no circo do mar
    Chorar de olhos fechados
    E rir de boca aberta
    Os peixes rodam e giram ao meu redor

    Meu barco, meu picadeiro
    Minha rede a gaiola aberta que não quer aprisionar,
    Que serias tão donzela passam agora a me cercar
    Quais as coisas nessas celas
    O que é o mar sem elas
    Pra quê rir, pra quê chorar

    Quando eu crescer quero ser pescador,
    Pra ser palhaço no circo do mar
    Chorar de olhos fechados
    E rir de boca aberta
    Os peixes rodam e giram ao meu redor

    Ser palhaço é assim pra ti... dar o que me dar!
    Ouça o som dessas trombetas,
    O grito das baleias,
    Que vêem o sol nascer,
    Sem mesmo sussurrar
    O fim dessa festança,
    O velho mar que eu cá agora
    Não navego mais

    Quando eu crescer quero ser pescador,
    Pra ser palhaço no circo do mar
    Chorar de olhos fechados
    E rir de boca aberta
    Os peixes rodam e giram ao meu redor

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    FESTIM CIRCENSE
    release


    Definir o som que é feito pelo Festim Circense é um desafio. Convidamos os seus ouvintes fiéis a emitir as suas impressões. As palavras que encontramos são: mistura, clima, ritmo, surpresa. Os rótulos todos que conhecemos não lhes cabem. Samba, rock, maracatu, pop, jazz… Tudo isso está lá, e, ao mesmo tempo, pouco revela do que ouvimos. Talvez seja o “Groove Pé-vermelho”.

    Baixo, violão, bateria, flauta transversa, tambores… Mas também baldes, tanques, e muitos outros instrumentos inusitados que Arnaldo encontra pelo mundo… A voz doce desse percursionista alucinado brinca com a voz rasgada e densa de Fernando numa interação mágica. A bateria de Maninho e o baixo de Alan dialogam como velhos amigos no bar, arrancando do público sorrisos de compreensão silenciosa desses papos sem palavras.

    Arranjos ...

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