O Tal do Humano

Chal

Julgam a pobre moça
Ela vive decentemente
Mas por senhora tem a tristeza
Esbarra em erros facilmente
Chamaram-na vulgar
Nomes baixos frequentemente
Mas no final só ama a vida
Não tem nenhum mal em mente
O outro pobre moço não tem o que comer
Roubou um pouco do outro que tem sobras a valer
A injustiça bate forte
Exige deste maior dever
Cobra danos, liberdade
“Roubou pouco” é o dizer
Se tanto pregam o amor
Porquê não dele viver
De quê adianta ser humano?
Se inteligência não vamos ter
E o rico e famoso
Não quer acreditar
Está sofrendo tão calado
Acha difícil poder amar
Lhe sobra de tudo isso é fato
Nem ele pode e vai negar
Mas no fundo quer simplicidade
E o luxo o viciou
Não consegue mais deixar
Feliz daquele que ama
Do necessário faz seu lema
ConstróI castelos de ouro
Não os físicos
Isso é problema
Pois sabe que respeito ao próximo
É medicina é alfazema
Tal qual perfume de criança
Lhe dá a paz de um bom poema

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O menino começou a estudar inglês aos sete anos, doido para entender as letras daquelas músicas que tanto amava. Também aprendeu a tocar piano e, lá pelos dez, onze anos, já estava rabiscando poemas em caderninhos. “Com aquela 'tristezinha' no fundo da alma”, lembra Gustavo, com ternura. Ele teve vários outros apelidos até se decidir, somente aos 28 anos, por Chal, seguindo conselho do professor de meditação de seu pai.

Na adolescência e na pós-adolescência, Chal emprestou o vozeirão e musicalidade para bandas de rock de diferentes estilos (de pop rock a nu metal) e cantou em barzinhos até encontrar sua praia musical. Era uma praia interiorana, mapeada a partir da observação das semelhanças entre aspectos ...

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