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Natural de Riachão do Jacuípe (BA), Del Feliz tem uma trajetória de sucesso, na música nordestina, marcada pelo respeito e reconhecimento às tradições da região. Uma de suas marcas é a modernização da música do Nordeste, com a preocupação em manter a raiz. O cantor vem dando às suas composições uma roupagem mais contemporânea, tendo como objetivo principal levar a sua música e a sua mensagem a um público cada vez maior. Del Feliz mantém o fundamental e o vital do forró – a zabumba, o triângulo e a sanfona, porém agrega a isso novos elementos e instrumentos, bem como explora a sua linha melódica particular – com refrões fortes e populares, sempre recheados de poesia e com recorrente alusão aos valores nordestinos. Mantendo a identidade deste gênero musical tão forte e importante no contexto nordestino, Del Feliz é fiel aos ritmos autênticos do forró, como o xote, o baião, o arrastapé e o coco, por exemplo.

Começou a sua história musical tocando percussão e, em seguida bateria e teclados. Em 1999, mudou-se para Salvador para alçar novos e mais altos vôos. De forma determinada, profissionalizou a carreira e, a partir daí já lançou 12 CDs e 2 DVDs.

Configurando-se como um dos grandes nomes do forró, Del Feliz tem protagonizado momentos especiais na sua carreira. Através de suas composições, já foi gravado por um time de peso de artistas brasileiros, como: Dominguinhos, Fagner, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Flávio José, Genival Lacerda, Frank Aguiar, Alcymar Monteiro, Papete do Maranhão, Luiz Caldas… Além disso, Del é parceiro de alguns dos principais compositores nordestinos, como: Accioly Neto, Jorge de Altinho, Flávio Leandro, João Sereno, Targino Gondim, Xico Bizerra, Luiz Caldas, Edu Casanova, Tenison Del Rey, entre muitos outros.

Ainda, confirmando a carreira de sucesso crescente, Del Feliz já se apresentou em importantes palcos mundo afora – como foi o caso da Lavage de La Madeleine, em Paris, nos anos de 2009 e 2011; o Festival Internacional de Forró em Paris, em 2010, onde também foi jurado do evento. Del cantou também na Lavagem da Rua 46, abertura oficial do Brazilian Day de Nova York (EUA) em 2011 e em 2012, quando fez também uma participação no Brazilian Day, em homenagem aos cem anos de Luiz Gonzaga. Ainda em 2012, esteve na China continuando a homenagem ao centenário de Gonzagão.

Em Salvador, participou de duas edições do Festival de Verão, um dos maiores festivais de música do Brasil. Também na capital baiana, no carnaval de 2012, cantou com Elba Ramalho e Gilberto Gil no Camarote Expresso 2222, numa homenagem aos 100 anos de Luiz Gonzaga, além de compor o jingle oficial do Camarote para homenagear o Rei do Baião.

Acompanhado por uma super banda, formada por 13 grandes músicos, incluindo um trio de metais, o seu show ainda conta com 4 grandes bailarinos profissionais, com experiência internacional que valorizam as danças tradicionais do Nordeste.

Quando o assunto é São João, Del Feliz tem uma larga experiência, já tendo participado dos principais festejos juninos do Nordeste.

Fato que merece relevância é o “HINO DO SÃO JOÃO DA BAHIA”, composto por Del em parceria com Márcio Lima e Vicente Lima. Essa música foi gravada por 23 artistas baianos e tem versões em inglês, francês e espanhol.

Del Feliz possui uma curiosidade muito interessante: tem dezenas de composições em homenagem a diferentes cidades, incluindo todas as capitais do Nordeste e dezenas de cidades baianas. Em forma de reconhecimento e reforçando a importância cultural dessas obras, o cantor vem sendo muito premiado e homenageado com medalhas, troféus, Moções de Aplauso e Títulos de Cidadania. Del foi batizado por Geraldo Azevedo de “Criador do Forró Enredo”, porque suas letras estariam para o forró assim como os sambas-enredo estão para o samba.

Del Feliz deu seus primeiros passos na arte aos 11 anos, quando foi considerado um dos mais jovens escritores de cordel da Bahia e, até hoje, mostra que escolheu o caminho certo – escrevendo uma importante página na história da música popular do Nordeste.



Sobre o CD “Peneirado” (2013)

No novo CD – PENEIRADO – que será lançado em março (2013), Del Feliz fez um apanhado de canções especiais, gravadas em CDs anteriores, como: Mainha, Começo e fim, Profecia, Terra mãe, Tá faltando você, Um dia de domingo, O hino do São João da Bahia e Ainda não acabou – grande maioria de sua autoria. Além disso, ele faz releitura de canções, como: Pra te esquecer, Pout-pourrit Você Leva e Oração do vaqueiro.

A marca das canções românticas continua, inclusive com uma inédita que promete muito, “Tudo Bem”, também de sua autoria. Completando as inéditas, “Lua Gonzaga” – mais uma homenagem ao Rei do Baião; e outras duas músicas que resgatam a raiz nordestina: “Do Barro” e “O Nordestino”, essas últimas fruto de parceria com Gustavo Carvalho.

Modernos arranjos e melodias especiais, sempre mantendo a raiz – essa é a preocupação do artista que através da música “Terra Mãe” (Adail Mena e Del Feliz) reforça também a sua atenção especial com a natureza e com a questão da sustentabilidade.

Uma outra faixa especial é “O Hino do São João da Bahia” (Márcio Lima, Vicente Lima e Del Feliz) – interpretada por 23 cantores (principais representantes do forró da Bahia), feito inédito no Brasil.

“Caprichei na hora de peneirar, e acho que as escolhas foram felizes”, diz o cantor que assegura ser esse o melhor CD de sua carreira, e brinca: “o melhor, até o ano que vem”.



Sobre o CD “Pé e Cabeça” (2012)

O último CD do cantor Del Feliz, “Pé e Cabeça”, foi lançado em 2012 e tem 17 músicas, sendo 11 inéditas. “Misturei canções populares com clássicos do forró e composições minhas. O álbum brinca com o dito popular: tem pé e cabeça. O pé no chão é o forró de raíz e a cabeça está aberta para as novidades musicais. Busquei equilibrar tradição e modernidade”, conta o artista. As faixas mantiveram os instrumentos primordiais que caracterizam a autêntica música nordestina (zambumba, triângulo e sanfona), mas têm arranjos modernos com melodias mais vivas.

Para marcar a idéia da diversidade, ele fez releitura de músicas de Benito di Paula (Amigo do Sol, amigo da lua) e Tim Maia (Um dia de domingo e o pout-pourri de Você e Leva). Regravou Dominguinhos (Minhas Desculpas), Luiz Gonzaga (Faça isso não), Dorgival Dantas (Sou mais eu). Além disso, compôs e gravou neste disco, duas músicas em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga: Transbaião e 100 anos de Gonzagão.

O romantismo, marca registrada da discografia de Del, também faz parte do novo trabalho. “A essência desse disco, assim como todos que já fiz, é o amor”, explica Del. Seja na exaltação da mulher amada ou num lamento de saudades, o viés da maioria das músicas é romântico.

A música “Ainda não acabou”, deste CD, foi um dos forrós mais executados nas rádios da Bahia, no ano de 2012.[/
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