Café IncidentalFluxo2.814 plays
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    Fluxo

    Tiago Garcia Borges

    Carros vêm e vão nas curvas sem fim
    Mas pelo vidro eu olho é pro meu próprio fluxo

    Borboletas voam sobre a estrada
    Mas olho para o alto é para ver por dentro

    Por que batem os corações?
    Por quem dobram os sinos nas manhãs?

    A cor de um vil batom
    Acordes gris, os neons
    Como o ópio, religiões e o sal
    Uma criança guiando aviões
    E perdendo-se na imensidão

    Pessoas andam pelas ruas absortas
    Mas no outro o que eu vejo é o meu próprio reflexo

    Folhas dançam ao sabor do vento
    Mas o vento que me toca é o que sopra no fundo

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    Release

    Café Incidental é só música que emana descuidada de uma cabeça inquieta que se inebria em seus próprios circuitos internos em solitárias farras epopeicas. Música que ecoa, descuidadamente, de um quarto alumiado ao longe, no calor das noites tropicais brasileiras, sob os influxos do vento fresco e úmido que nasce do Oceano Atlântico. Uau, que puta descrição.

    Certa vez um gnomo conselheiro musical incutiu na mente de Tiago Borges que Café Incidental soava como rock tropical psicodélico. Uma espécie de rock alternativo. Tiago, no estado de torpor etílico em que se encontrava (era carnaval), achou bonito o nome e, desde então, tem replicado a informação, com entusiasmo, mas sem saber exatamente o que significa.

    Café Incidental é original de Vitória, Espírito Santo, Brasil, olho do furacão da violência.