Contrate

Alexey Rickmann

Infinito

Alexey Rickmann

Não vejo mais a convicção
Sem passos no olhar
Não quero mais fincar no mesmo chão
A estaca de estar sozinho
A chama no ar me diz sem cessar

Que um dia eu posso ver na esfera do olhar
Que tudo em volta não me torna mais real
Ou mais igual

Não sei mais a direção
Nem tento voltar
Não tenho mais a sensação
De sempre estar bem perto
E sempre deixar dizer sem cessar

As folhas caem em mim
As nuvens passam um dia passional
E o tempo desfaz o fim e cria um dia a mais
Que não termina perto do final
Da porta ao portão, na estrada um ancião
Me disse não espere, não demore, não desista
Insista em tudo que quiser fazer
Porque, pra que, não viver

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Na virada do milênio, o produtor e músico Alexey Rickmann, ainda trabalhando com um dos principais ritmos dos anos 80, o tecnopop inglês, estilo musical que o incitou à música em 1988, percebeu que algo faltava em seu intimista e produtivo submundo. Sentia-se incompleto na essência de sua arte, fosse por falta de atitude, técnica, originalidade, ou por estar desconcertadamente atordoado em meio a ideias que boleavam os pensamentos e o faziam voltar repetidas vezes ao ponto de partida. Mas já se fazia hora de mudar, seguir em frente; ele sentia isso. Precisava buscar algo que preenchesse os espaços e desse um pouco de humanidade aos já definidos perfect beats do pop eletrônico da sua vida. Aproveitando-se de um espírito de transformação que preenchia a atmosfera na virada do milênio ...

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