O Que Ninguém Mais Viu

Circo de Marvin

Você podia ter mentido e seguido em frente
Você podia ter escolhido carregar a culpa
No subconsciente

Mas você preferiu dizer logo toda a verdade
Ela levou tudo e agora resta nada
A não ser saudade

Tudo aquilo estava preso
Mas o erro tem seu preço
E cedo ou tarde a vida vem cobrar
Não há mentira que pague
Não há tempo que apague
Se é melhor deixar cada coisa em seu lugar

Uma lua cheia pra cada coração vazio
Não há mais fronteiras pra essa alma que sente frio
Deixar aquelas dúvidas pra trás
Observar o que o acaso faz
Uma vida inteira pra ver o que ninguém mais viu

Você podia ter fingido que não aconteceu
Você devia ter pulado do abismo
Entre você e eu

Mas você quis abrir meus olhos de uma só vez
Isso me ofuscou e agora eu me guio
Pela insensatez

Tudo aquilo estava preso
Mas o erro tem seu preço
E cedo ou tarde a vida vem cobrar
Não há mentira que pague
Não há tempo que apague
Se é melhor deixar cada coisa em seu lugar

Uma lua cheia pra cada coração vazio
Não há mais fronteiras pra essa alma que sente frio
Deixar aquelas dúvidas pra trás
Observar o que o acaso faz
Uma vida inteira pra ver o que ninguém mais viu

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Nossa história começa em 2012, escolhendo o nome mais louco que pudesse vir à cabeça. Não precisava fazer sentido, bastava soar psicodélico e original pra ter a cara da banda. Depois de riscarmos centenas de possibilidades loucas, chegamos ao nome que seria anunciado no dia do nosso primeiro show, em 31 de março daquele ano.

A estréia foi massa, e a coisa acabou ficando séria. Os shows nas casas underground eram incríveis e cada vez mais cheios. A galera começava a comentar que algo diferente tinha surgido na cidade, e a gente decidiu se jogar em um concurso de bandas. O concurso nos concedeu como prêmio a gravação de 7 músicas. Foi daí que surgiu o "Mais Perto do Céu".

O EP levou nossa música pra fora da cidade, e ...

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